Todos os POST foram migrados para lá….
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Eu não sei dizer, não sou um especialista e muito menos conheço todos os restaurantes árabes de São Paulo. Portanto, nunca iria fazer uma afirmação como esta. Aliás, até convoco os Gourmets de plantão e que conhecem muito bem a cozinha árabe para me orientar nesta análise.
Estou falando do Halim, que estive ontem com minha esposa e filha, na Rua Doutor Rafael De Barros, 56 – Paraíso.
Passando pela rua você vê apenas um balcão antigo, como das lanchonetes de antigamente, andando mais para o fundo do salão você pode reparar em várias mesas em um salão medianamente amplo.
Não espere muito do atendimento, ontem o garçom até que foi simpático, mas nada exemplar. Porém, após se armar de muita paciência, você que se interessa muito mais pelo sabor irá degustar excelentes pratos.
Ontem comemos o tradicional, ou seja: – Esfiha de entrada (não !!!!!, não tem nada a ver com a Esfiha do Habibs, nem no preço, R$ 2,50 cada uma e nem no Sabor, textura, consistencia e etc, etc, etc. Só a Esfiha já vale por um bom lanche) e Homus com pão Sírio. De prato principal também fomos para o clássico Arroz Marroquino com Kafta, que estava excelente. Total da conta, R$ 93,00 para três pessoas (já com os 10% e 6 sucos de laranja).
Se você tiver oportunidade experimente também os lanches que são algo de excepcional.
Publicado em Arabe, Restaurante
Restaurante Fogo de Chão – Vila Olimpia – São Paulo/SP – PlanetaRestaurante.com.br. Faz muito tempo que não ia ao Fogo de Chão que nem mais me lembrava da qualidade e otimo atendimento da equipe. Continua tendo um prço um pouco mais alto do que outras boas Churrascarias, mas, pelo menos uma vez por ano, compensa o crime. Os cortes são excelentes e, se você nunca foi, vale a pena experimentar.
Quase 40 anos depois de sua morte o famoso escritor americano Ernest Hemingway, autor de inúmeros livros de sucesso entre os quais O Velho e o Mar mostra-se mais do que nunca presente no mundo das letras, cultura, arte e gastronomia.
Conhecido por ter sido um grande machista, passado por quatro casamentos… Sobrevivido a duas grandes Guerras Mundiais, tendo entre elas a Guerra Civil Espanhola durante a qual foi correspondente voluntário, tendo-se enfileirado nas trincheiras republicanas… Sua vida e sua morte foram sempre cheia de história e aventura, amor e desilusão, e estes ingredientes por si só já formam um grande e épico romance contemporâneo.
Não bastasse tudo isso, Hemingway adorava as boas coisas da vida, jamais dispensando como uma bebida ou aventura. Aliás, ele participava de todos os tipos de esportes radicais que existiam em sua época como boxe, touradas, pescarias marítimas e os grandes safáris nas savanas africanas.
Hemingway foi também o autor norte americano que talvez mais tenha despertado interesse de Hollywood. Seus textos de frases curtas e a transparência psicológica criada em todos os seus personagens, encantavam os grandes diretores de cinema, e o sucesso literário de seus livros criavam os argumentos necessários para convencer qualquer que fosse o produtor.
Desta forma muitas versões de seus livros povoaram as telas de cinema e transformaram-se em sucesso de critica e público. Entre elas: Adeus as Armas, que foi filmado três vezes e o Velho e o Mar que acabou ganhando duas versões, assim como o conto, Os Assassinos.
Os elencos eram sempre compostos por uma constelação de estrelas tão grande como o céu de Cuba, quando deixava seus bares prediletos com umas e outras a mais na cabeça… Atores como Gary Cooper e Ingrid Bergman em Por Quem os Sinos Dobram, Rock Hudson em Adeus as Armas, Spencer Tracy e Anthony Quinn que interpretaram o velho Santiago, respectivamente nas duas versões do Velho e o Mar, Ava Garner e Gregory Peck em as Neves do Kilimanjaro ajudaram a eternizar estas obras literárias nas telas dos cinemas. Além de suas obras fascinarem atores e diretores, pois todos tinham certeza do sucesso.
Mas, a obra que sem dúvida mais marcou a carreira de Hemingway, foi o Velho e o Mar, quando seu personagem principal do quase monólogo, o velho pescador Santiago passa quase todo o texto tentando convencer a si mesmo que ainda é capaz de enfrentar a imensidão do mar e capturar aquele enorme peixe, lutando com todas as suas forças contra tubarões famintos que tentam tirar-lhe seu maior troféu. A precisão contida em seus monólogos neste livro deram-lhe dois dos mais cobiçados prêmios literários do mundo, o Nobel de literatura e o prêmio Pulitzer.
Isto tornou Hemingway um imortal literário de corpo, espírito e biografia. Essa imortalidade criada através da lenda Hemingway, acabou eternizando alguns de seus maiores prazeres, entre elas, algumas de suas extravagâncias etílicas ocorridas em famosos bares pelo mundo afora.
Tendo nos brindado com algumas pérolas que retratam seu gosto pelos cocktails, como por exemplo em uma tirada sobre o velho e bom Dry Martini e suas controvérsias de como seria a melhor maneira de prepará-lo. Hemingway costumava dizer o seguinte: “se por acaso você se perder na imensidão das savanas africanas durante um safári, bastará começar a preparar um Dry Martini e com toda a certeza, em menos de cinco minutos aparecerá alguém para dar um palpite de como deve ser a melhor maneira de prepará-lo”.
Mas nenhuma outra bebida encantava tanto o velho “Papa” como o Rum. Hemingway que morou em Cuba durante muitos anos, acabou por render-se a este inebriante destilado feito de cana-de-açúcar. Foi por lá também e graças as dois Bares e a dois Cocktails internacionais famosíssimos e que ele muito ajudou na popularização, criando mais uma de suas mais célebres pérolas e que ecoam quase que como um poema, na qual demonstra todo este amor pelo país e pela bebida: “My Mojito en La Bodeguita, My Daiquiri en La Floridita”… Dizia amigos mais próximos que isto não era apenas uma paixão, mas quase uma devoção, pois ele costumava consumir estes dois cocktails em dúzias como se estivesse diante de um afrodisíaco prato de ostras frescas e maravilhosas colhidas no pacifico.
O rum que foi a bebida de Marinheiros e Piratas e que deu a volta ao mundo através de navios em batalhas, descobrimentos e conquistas, e que era consumido como se fosse água uma vez que se acreditava que tomando rum ao invés da água durante as longas viagens, poderia livrar-se do terrível mal do escorbuto que dizimava tripulações inteiras causando-lhes a morte, e que mais tarde foi diagnosticado como sendo devido à falta de vitamina C no organismo e não devido à falta de água potável que causava outros males terríveis e até a morte, mas não este… Esta mesma bebida e esta mesma crença da cura do escorbuto através do rum, levaram a Marinha Real Inglesa a liberar uma dose diária a todos os seus Marinheiros para prevenir o mal. Determinação esta que somente acabaria no século XX, na década 70, centenas de anos após a descoberta da cura da doença, através da ingestão da vitamina C obtida com uma dieta mais balanceada e rica em frutas e verduras, além de complexos vitamínicos, já totalmente incorporados ao dia a dia dos Marinheiros.
Outro detalhe interessante sobre o rum é ter sido a primeira bebida destilada consumida em grande escala no velho oeste americano, ao contrário do que vemos nos velhos filmes de cowboys, onde homens exauridos depois de longas jornadas e com muita poeira na garganta bradavam por uma garrafa de whiskey para os Bartenders nos Saloons.
Um pouco mais de estórias de bebidas… E misturas. Vou começar pelo nosso Daiquiri… Existem inúmeras versões sobre a sua origem…Mas, eu como sempre gosto de magia e poesia contida nessas criações, além de muitas aventuras, vou contar a minha versão preferida que diz sobre soldados cubanos que combatiam os colonizadores espanhóis no final do século XIX. Eles carregavam amarrados em suas cinturas um pequeno odre de couro contendo uma mistura de rum branco e suco de limão. Diziam ser uma poção mágica e também um poderoso elixir que lhes dava coragem e valentia para os duros combates. Depois dos espanhóis, foi à vez dos soldados americanos enfrentarem estes valentes guerreiros munidos de suas poções mágicas ao invadirem Cuba, entrando pela praia de Daiquiri. Estes novos invasores logo também criaram gosto por este elixir, mas dando um toque especial a bebida acrescentando gelo picado para ajudar a aliviar o escaldante calor da região, e o batizaram com o sugestivo nome da praia onde haviam desembarcado e combatido tão valentes opositores: Daiquiri.
O famoso restaurante e bar La Floridita (Calle Monserrate, 557 esquina com Obispo) que ficou conhecido como o templo mundial do Daiquiri (suco de limão, rum carta branca, açucar e gelo frapê). Hemingway tornou-o famoso no mundo todo,tendo recebido inclusive como uma justa homenagem até um busto de bronze, além do último banco do balcão bar estar com uma corrente separando-o dos demais, pois dizem era ali que costumava sentar nos finais de tarde para tomar seus Daiquiris. Outro nome não menos famoso no La Floridita foi seu Bartender Constantino Ribalagua, a quem seu principal cliente, Hemingway creditava a perfeição na preparação deste cocktail.
O Mojito e sua origem. O outro endereço imortalizado por Hemingway em Cuba devido ao seu famoso cocktail Mojito é o bar La Bodeguita Del Médio (Empedrado no. 207).
Na estória da origem deste cocktail segundo o próprio Hemingway gostava de contar, teria surgido das mãos do aventureiro e Almirante Inglês Sir Francis Drake, que teria misturado folhas de hortelã maceradas com rum, criando uma infusão com a finalidade de ajudar no combate aos problemas respiratórios como asma e também nos males estomacais que atingiam seus Marinheiros. Dizem que as doenças não foram curadas, mas que o número de doentes aumentou muito somente para ganhar uma dose extra de rum, mesmo que ela viesse batizada com as folhas de hortelã maceradas.
Daí para se transformar em um cocktail popular bastou à criatividade de algum Bartender, entrando em ação com seu incrível poder criativo e de transformação, acrescentando-lhe o suco de limão, gelo e a água com gás, transformando-o em uma bebida muito refrescante e excelente ajuda para enfrentar o causticante sol do Caribe.
E como dizia Hemingway em outra de suas célebres e poéticas frases que deixou como legado para todos nós, amantes da boa bebida e da boa conversa: “Faça sempre lúcido o que você disse que faria bêbado. Isso o ensinará a manter sua boca fechada.”
Chers!
Ingredientes:
- 250gr de farinha;
- 1 cholher de chá de fermento em pó;
- 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio;
- 1 colher de chá de canela;
- 2 ovos;
- 90gr de açucar mascavado;
- 80ml de óleo;
- 1 pitada de noz moscada; e
- 12 bolinhas de chocolate.
Preparação:
Pré-aquecer o forno a 180º.
Misturar a farinha com o fermento em pó, o bicarbonato de sódio e a canela.
Bater os ovos e adicionar o açucar, o óleo e a pitada de noz moscada.
Envolver a mistura da farinha e mexer até que todos os ingredientes estejam bem envolvidos.
Deitar nas formas de muffins (eu usei formas de silicone previamente untadas com óleo) e colocar no centro de cada muffin uma bolinha de chocolate.
Levar ao meio do forno por 25 minutos. Deixar repousar 5 minutos antes de desenformar.
Vai muito bem com uma xicara de café bem quentinho. Foi exatamente o que fiz neste fim de semana.

Linguiça com Alecrim
Ingredientes
· 1 colher de sopa de azeite de oliva
· 1 Cebola grande descascada e cortada em fatias finas
· 8 Linguiças de Porco (depois podemos falar das variações)
· 1 maço de Alecrim fresco
· 450g de batatas, lavadas e cortadas em tiras grossas
· 250g de tomate cereja lavado e com Grão de Pimenta Preta (Freshly Ground Black Pepper)
Preparo
1. Aqueça o forno a 220ºC, coloque a cebola em uma forma refrataria tamanho médio com o azeite de oliva e misture bem. Cozinhe por aproximadamente 15 minutos;
2. Acrescente as linguiças e cubra com o oleo que se formou, caso necessário adcione mais um pouco de azeite. Reduza a temperatura do forno para 200ºC. Quebre o alecrim em pedaços pequenos e adcione junto com as batatas para assar tudo junto. Deixe no forno por aproximadamente 25-30 minutos ou até que as batatas fiquem suculentas e douradas. Vire as linguiças regularmente até que elas também fiquem douradas. Misture tudo 1 ou 2 vezes e não se preoucupe se as batatas quebrarem um pouco.
3. Retire a haste do tomate se houver e espalhe sob eles a pimenta e deixe no formo por mais 10 minutos.
Sirva Salada Verde crocante e/ou também com feijão carioquinha e arroz branco.
Variações: As batatas podem ser açadas sem as linguiças e servidas com Filet de Lombo ou Peixe assado.
Fiz também outro dia somente as batatas com uma Picanha na Panela de Pressão com Cerveja Preta.
Dicas: Sempre cozinhe a linguiça até que ela “assobie”e você não veja mais pedaços de carne rosa.
Bebidas: Acompanha muito bem com Cerveja Tipo Escura, eu prefiro Guinness, mas outras cervejas escuras também fica bom.
Não queria que o primeiro post fosse apenas um teste, mas, não vai ter muito jeito.
Portanto, minha idéia é colocar a receita deste fim de semana,assim teremos algo útil para bublicar.
Por isso, na verdade, o primeiro post é apenas o primeiro post e onde começo a me acustumar com o WordPress, para efeitos de Blog, está valendo o próximo post. Complicado ?, deixa pra lá, vai ficar mais simples.